quarta-feira, 30 de março de 2011

Sacramento - Ceia‏

A Ceia do Senhor é a segunda ordenança da igreja.


ELA NÃO É UM SACRAMENTO

Os católicos romanos fazem da Ceia do Senhor, que eles chamam a Eucaristia, um dos seus sete sacramentos. E no seu compêndio de teologia conhecida por Catecismo, define-se um sacramento como segue: "Um sacramento é um sinal visível ou ação instituído por Cristo para dar graça." Mas não há fundamento na Escritura para uma tal idéia da Ceia do Senhor. Se a graça é recebida por meio de um ato externo de obediência, não é totalmente sem mérito. Isto contradiz o ensino que a vida eterna é um dom (Rom. 6:23) e que somos justificados livremente, o que quer dizer gratuitamente, por nada (Rom. 3:24). Também contradiz o ensino da Escritura que não somos salvos por meio das obras (Ef. 2:8; Tito 3:5).

Os sacramentalistas radicais, que estão presente na teologia católica, por exemplo, defendem que a Ceia do Senhor transmite uma “graça interior e espiritual”. O que seria isso? Para muitos, a Ceia transmite a graça salvadora ou libertadora.  esse equivoco também é presente, quanto muitos atribuem a Santa Ceia (sic) a transmissão de uma unção especial ou até mesmo poder de cura.


Transubstanciação. É a crença católia-romana de que uma vez que um sacerdote ordenado abençoe o pão da Ceia do Senhor, este é transformado literalmente na carne de Cristo; e quando ele abençoa o vinho, este é transformado literalmente no sangue de Cristo. Baseiam-se em textos como: João 6:32-58; Mateus9 26:26; Lucas 22:17-23; e I Coríntios 11:24-25.


Consubstanciação. É a crença na presença espiritual de Jesus nas espécies do pão e do vinho. E significa que Jesus se encontra presente COM a substância do pão e do vinho sem modificá-las / transformá-las. Na consubstanciação, o Corpo e o sangue, se juntam ao pão e vinho, porém a substância do pão permanece, juntamente com sua aparência.


Daniel a Igreja batista defende a Ceia como um Memorial, uma vez que o próprio Jesus se referiu à cerimônia da ceia como um memorial, “em memória de mim” (Lc 22.19), creio que o mais correto é acreditarmos que os elementos da ceia são símbolos que apontam para realidades espirituais. O pão nem se transforma em carne nem tem presente em si o corpo real de Cristo. O pão representa o corpo de Cristo, assim como o vinho representa o sangue de Cristo. 

Quando Jesus disse que deveríamos comer sua carne e beber seu sangue (Jo 6.53), ele próprio disse que suas palavras eram espírito e vida (Jo 6.63), ou seja, estas palavras deveriam ser entendidas espiritualmente e não literalmente como os judeus entenderam e se escandalizaram. Jesus estava dizendo que, assim como o pão é essencialmente para ser comido e fazer parte da pessoa para que possa sustentá-la, assim também a pessoa deve se encher da pessoa de Cristo para que possa ter vida. Estudar acerca do pão não mata a fome de ninguém. A pessoa deve se encher de pão para matar a fome. Da mesma forma, ter certas informações acerca de Jesus não sacia a fome espiritual de ninguém. Devemos nos alimentar diariamente de Jesus. Isso é comer sua carne e beber seu sangue.


Paz,



Na esperança do Reino

Contribuição: Pr. Leonardo da Costa 

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